Regras Minha Casa Minha Vida: tire todas as suas dúvidas

Dicas de mudança: facilite o momento

Abandonar o aluguel e partir para a casa própria é uma conquista que demanda dinheiro e muito esforço. Para ajudar as pessoas a adquirirem o imóvel próprio e a garantia da segurança da família, o governo federal mantém um programa habitacional, mas antes é preciso entender as regras Minha Casa Minha Vida.

Essa iniciativa ajuda a população na compra do imóvel por meio de auxílio na entrada ou prática de juros menores do cobrado pelas instituições. Para conseguir o auxílio, no entanto, é preciso ficar entender a dinâmica do programa e a renda máxima familiar para participação.

Deseja financiar um imóvel e não sabe por onde começar? Acompanhe o post e fique atento aos critérios desse programa habitacional! Confira!

Como funciona o programa?

A premissa do Minha Casa Minha Vida é ajudar a população na compra e no financiamento da casa própria. Essa ajuda acontece de formas diferentes, variando de acordo com o rendimento familiar total.

Existe o subsídio, que é o valor oferecido pelo governo para compor a entrada do imóvel. O auxílio também pode acontecer por meio das taxas de juros menores ou pela redução do seguro, que invariavelmente é cobrado pelas instituições bancárias e financeiras.

O programa contempla atualmente as famílias que recebem até R$ 7 mil. Lembrando que essa renda deve ser a soma de todos os rendimentos dos familiares.

Quais as faixas de renda do Minha Casa Minha Vida?

São quatro faixas de renda e cada uma delas tem direito a um tipo de auxílio. Veja em qual você se encaixa.

Faixa 1: máximo de R$ 1800 mensais

Essas famílias podem ter até 90% do valor da propriedade subsidiado pelo governo. Como é a faixa mais carente, é preciso que as parcelas do financiamento não ultrapassem 10% da renda familiar mensal.

Faixa 1,5: máximo de R$ 2600 mensais

Famílias que se encontram nessa faixa de renda têm o direito de financiar o imóvel próprio com taxa de juros de 5% e ainda recebe ajuda na entrada de até R$ 47,5 mil.

Faixa 2: máximo de R$ 4 mil mensais

Grupos familiares que fazem parte dessa faixa de renda podem receber subsídio de, no máximo, R$ 29 mil. As taxas de juros também são reduzidas.

Faixa 3: máximo de R$ 7 mil mensais

Esse grupo não recebe auxílio na entrada do imóvel. Mesmo assim, as taxas de juros também são mais baixas do que em outras modalidades de financiamento. Essas famílias também podem usar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para ajudar no financiamento da propriedade.

Quais as outras regras Minha Casa Minha Vida?

Se você faz parte de alguma das faixas acima, já passou por uma fase. Agora, é preciso checar alguns outros requisitos.

Titulares das faixas 1,5, 2 e 3 não podem ter o nome registrado nos serviços de proteção ao crédito pelo risco de inadimplência. Nesse caso, antes de se cadastrar é necessário quitar os débitos. Caso isso não seja feito, a solicitação será negada.

Outra exigência é que o titular não tenha imóvel em seu nome. Isso é necessário para que o programa realmente abranja aqueles que não têm casa própria. Não é possível comprar imóvel como investimento pelo Minha Casa Minha Vida.

Agora que você sabe como fazer parte deste programa, basta observar se as regras do Minha Casa Minha Vida são compatíveis à sua realidade. Dessa forma, assim como diversas famílias que se beneficiaram com essa iniciativa, será possível conquistar o sonho da casa própria.
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